Mostrando postagens com marcador Marco Túlio Carvalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marco Túlio Carvalho. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 15 de abril de 2020
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Anunciação
O fim novamente se aproxima
Trazendo o nascimento esperado
Daquele que é luz e calmaria
E benção nos é suplicado
É o novo em celebração
E a morte da reminiscência
Na esperança da anunciação
De a vida surgir na essência
Anunciação (Marco Túlio Carvalho)
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Deixe
Deixe que eu me descubra
Será a eterna busca da essência própria
Deixe que eu me iluda
Pra que os tombos futuros sejam amenos e escassos
Deixe que eu reclame
A opinião se faz necessária
Deixe que eu sinta
Os sentidos aguçam a alma
Deixe que eu viva
A experiência única e terna lembrança
Deixe!
Apenas... deixe-me!
.
Marco Túlio Carvalho
.
---------------------------------
.
E não deixem de conferir minha coluna "Inspirações":
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Fora do eixo

Sigo procurando por algo
Não sei se perdi
Não sei se um dia eu tive
O prazer de encontrar um caminho
Que um dia eu tracei
Estive!
Viver dessa maneira não é digno
Me extingue
Me agride
Perder o desejo e brio do intento
Que não sei se dispus
Triste!
Ansiando por novos horizontes
Aflito eu fico
Rogando em eco
Que o eixo que um dia eu perdi
Volte pra mim
Espero!
“Fora do eixo”
Marco Túlio Carvalho
--------------------------------------
Confiram na minha coluna Inspirações de hoje a poesia
"O grito"!
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Há!
sábado, 17 de maio de 2008
É preciso!

[...]
É preciso dar voz ao coração e calar a solidão
É preciso abraçar o irmão e perdoar a oposição
[...]
Marco Túlio Carvalho
Marco Túlio Carvalho
Leia a poesia completa na minha coluna Inspirações!
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Meu eu
Me espalho pela vida afora
Me entrego de corpo e alma
Me dôo praquilo que gosto
Me calo para ter calma
Me lembro quando não devo
Me esqueço do que preciso
Me lanço no que eu acredito
Me guardo pro que eu priorizo
Me entendo quando me iludo
Me largo do que me magoa
Me apego no que me fortalece
Me cuido e me levo na proa
Me entrego de corpo e alma
Me dôo praquilo que gosto
Me calo para ter calma
Me lembro quando não devo
Me esqueço do que preciso
Me lanço no que eu acredito
Me guardo pro que eu priorizo
Me entendo quando me iludo
Me largo do que me magoa
Me apego no que me fortalece
Me cuido e me levo na proa
.
Marco Túlio Carvalho
.
Simples... claro... objetivo! Este sou eu!!!
.
-------------------
.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
8
Ana! Desafio cumprido! De uma forma diferente. Mas o "dever de casa" foi feito... rs...
Agradecido pela lembrança, sabes que a "apreciação" é recíproca, né?
Beijos querida!
Deixarei à vontade para quem quiser participar desta prazerosa incumbência. Bom final de semana a todos!
Ah! E só pra não perder o costume (rs), hoje estou lá na minha coluna também, com o texto "Noites em claro". Confiram!!!

A Ana me lançou um desafio
Uma lista com 8 coisas a se fazer
Logo terá que acontecer
Pois é para antes de eu morrer
Primeiro de tudo quero ser feliz
E profissionalmente me realizar
Ganhar o suficiente para viver
E diplomas dos sobrinhos comemorar
Conhecer New York e Lisboa
Uma lista com 8 coisas a se fazer
Logo terá que acontecer
Pois é para antes de eu morrer
Primeiro de tudo quero ser feliz
E profissionalmente me realizar
Ganhar o suficiente para viver
E diplomas dos sobrinhos comemorar
Conhecer New York e Lisboa
Sonho a se tornar verdade
Voar de asa delta também
E viajar o nosso país à vontade
Ana, 8 é muito pouco
Para tanto querer e fazer
Vou lá adiantar o caminho
Pois o tempo pode perecer
Voar de asa delta também
E viajar o nosso país à vontade
Ana, 8 é muito pouco
Para tanto querer e fazer
Vou lá adiantar o caminho
Pois o tempo pode perecer
sábado, 5 de abril de 2008
Parceria
Impressionante como a vida nos surpreende a cada instante... Descobri aqui mesmo ao meu lado, na minha cidade, um poeta. Aliás, um grande poeta!
Dalto Gabrig, rapaz com alma inspiradora, cujos versos brotam assim, facilmente. Fiquei surpreso e agradecido por nossos caminhos terem se cruzado...
E nas nossas conversas online "a fio", inesperadamente, surgiu a primeira parceria: "História a dois". E depois uma trova... risos
E que venham outras!
.
Valeu parceiro!

História a dois
Dalto Gabrig e Marco Túlio Carvalho
O amor me escorre por entre os dedos,
Se perde como a areia fina e quente,
Talvez seja por razão dos meus medos,
Ou egoísmo de um peito insolente.
Mas de que adianta tanto supor?
Se de atitudes revela-se o sentimento
Culpar-me por tamanha covardia?
Prefiro rever meu pensamento
E a cada dia revendo e sonhando,
Vou compondo e cantando, sofrimento,
É que na verdade continuo buscando,
A doce magia de um belo momento
Incansável será minha procura
Ao tentar me encontrar na lembrança
Nos beijos que um dia te dei
Em tudo o que me deu esperança
E nessa esperança que nos alimenta,
Sei que em nós haverá coragem,
Passaremos com fé a severa tormenta,
E seremos os dois uma só imagem.
Assim encerra-se uma bela história
Que recontada agora será
Os personagens continuam os mesmos
Mas ao final, surpresa haverá.
Dalto Gabrig e Marco Túlio Carvalho
O amor me escorre por entre os dedos,
Se perde como a areia fina e quente,
Talvez seja por razão dos meus medos,
Ou egoísmo de um peito insolente.
Mas de que adianta tanto supor?
Se de atitudes revela-se o sentimento
Culpar-me por tamanha covardia?
Prefiro rever meu pensamento
E a cada dia revendo e sonhando,
Vou compondo e cantando, sofrimento,
É que na verdade continuo buscando,
A doce magia de um belo momento
Incansável será minha procura
Ao tentar me encontrar na lembrança
Nos beijos que um dia te dei
Em tudo o que me deu esperança
E nessa esperança que nos alimenta,
Sei que em nós haverá coragem,
Passaremos com fé a severa tormenta,
E seremos os dois uma só imagem.
Assim encerra-se uma bela história
Que recontada agora será
Os personagens continuam os mesmos
Mas ao final, surpresa haverá.
sábado, 23 de fevereiro de 2008

Calma
O coração aperta o peito
Aflito parece gritar
Calma é o que eu rogo
Se aquiete e vou serenar
Onde está o manual da mente?
Quem detém de suas instruções?
Procuro nas minhas gavetas bagunçadas
Acho que perdi o controle das emoções!
[ ... ]
Enquanto o tempo
O coração aperta o peito
Aflito parece gritar
Calma é o que eu rogo
Se aquiete e vou serenar
Onde está o manual da mente?
Quem detém de suas instruções?
Procuro nas minhas gavetas bagunçadas
Acho que perdi o controle das emoções!
[ ... ]
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
[ ... ]
Será que é tempo
[ ... ]
Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
[ ... ]
Mesmo quando tudo pede
[ ... ]
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma?
Eu sei, a vida não pára...
(* de minha autoria com citação de “Paciência” composta por Lenine e Dudu Falcão)
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Carnavalizar

Sábado, 26 de janeiro de 2008, 22h...
É o início de uma grande festa!
A quadra ainda está vazia, mas meu peito cheio de alegria...
Pose pra foto! Temos que registrar esse momento.
Aos poucos, timidamente o público entra e aguarda ansiosamente.
Depois de 2 horas o espetáculo começa. O coração agora bate juntinho ao som da "Bateria da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira".
Volto a pisar na quadra dessa escola que conquistou meu coração há dois anos.
Lá todos somos iguais, unidos por uma só vibração. E como diria os Tribalistas:
“Na Portela tem, Mocidade, Imperatriz
É o início de uma grande festa!
A quadra ainda está vazia, mas meu peito cheio de alegria...
Pose pra foto! Temos que registrar esse momento.
Aos poucos, timidamente o público entra e aguarda ansiosamente.
Depois de 2 horas o espetáculo começa. O coração agora bate juntinho ao som da "Bateria da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira".
Volto a pisar na quadra dessa escola que conquistou meu coração há dois anos.
Lá todos somos iguais, unidos por uma só vibração. E como diria os Tribalistas:
“Na Portela tem, Mocidade, Imperatriz
No Império tem, uma Vila tão feliz
Beija Flor, meu bem, a porta-bandeira
Na Mangueira tem morena da Tradição”
Impressionante como essa festa contagia a todos...
Em meia hora já não há mais espaço pra ninguém e expremidos todos estão juntos: a loira, a mulata, o branco, o negro, o rico, o pobre, o gringo...
E por falar em gringo, ele se impressiona com o rebolado da minha amiga morena. A companheira dele tenta acompanhar o ritmo, e meio desengonçada, ensaia alguns passos.
Impossível ficar inerte a tanta alegria a nossa volta!
E nessas horas as máscaras caem e por vezes são postas... A libido se aflora e os pudores desaparecem!
Infelizmente a alegria tem hora pra acabar e a realidade bate a nossa porta lembrando que essa festa dura pouco, então enquanto as cinzas não caem...
“Vamos pra avenida, desfilar a vida, carnavalizar” (Carnavália – Tribalistas)
Em meia hora já não há mais espaço pra ninguém e expremidos todos estão juntos: a loira, a mulata, o branco, o negro, o rico, o pobre, o gringo...
E por falar em gringo, ele se impressiona com o rebolado da minha amiga morena. A companheira dele tenta acompanhar o ritmo, e meio desengonçada, ensaia alguns passos.
Impossível ficar inerte a tanta alegria a nossa volta!
E nessas horas as máscaras caem e por vezes são postas... A libido se aflora e os pudores desaparecem!
Infelizmente a alegria tem hora pra acabar e a realidade bate a nossa porta lembrando que essa festa dura pouco, então enquanto as cinzas não caem...
“Vamos pra avenida, desfilar a vida, carnavalizar” (Carnavália – Tribalistas)
terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Velho jeans
Guarde esse jeans
De nada adiantou um remendo
Se errei tentando consertar
Errou você dizendo não ter intento
Guarde esse jeans
Desejo um novo modelo
Ficaram muitos retalhos
E sobras não me são anelo
Guarde esse jeans
Em alguém será melhor vestido
Outros números posso experimentar
Não és o único a querer um escolhido
Guarde esse jeans
Ele já não me basta mais
Surrado, cansado e batido
Um novo pra mim será demais
.
.
(* de minha autoria)
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Pra fonte!
Secou?
.
Não, pausou.
Cansou?
Não, mudou.
Cessou?
Não, procurou.
Parou?
Não, encontrou.
Reconsiderou?
Não, pois nunca findou...
Apenas transbordou... inundou... e por fim renovou!
Marco Túlio Carvalho
Marco Túlio Carvalho
(Meus amigos!
O "tempo" foi de grande valia e só fez-me ter a certeza de que essa fonte faz falta, e muita...
Nesse período, me arrisquei a "rabiscar" alguns singelos versos e postarei aqui aos poucos. Começo com este acima, intitulado "A fonte". Aliás, essa fonte foi renovada (espero que gostem!), porém sua essência permanece a mesma...
Estou com sede de ler cada um de vocês e muitas saudades a serem saciadas! Agradeço as mensagens de carinho e preocupação para comigo. Tudo certo... como diria o "poetinha": Tudo na mais santa paz!)

"Sou inesgostável pois me abasteço na fonte de sentimentos alheios."
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Solidão
(...desculpem a minha ausência... esta semana foi atípica e devo confessar, penosa para mim... e neste momento, a frase que criei meses atrás nunca soou tão "esquisita"...)
"Essa solidão que tanto buscamos quando queremos nos encontrar e tanto fugimos quando queremos que alguém nos encontre."
(frase de minha autoria, Marco Túlio Carvalho)
(frase de minha autoria, Marco Túlio Carvalho)

Não é apenas este mar que reboa nas minhas vidraças,
mas outro, que se parece com ele
como se parecem os vultos dos sonhos dormidos.
E entre água e estrela estudo a solidão.

Trecho de "Mar Absoluto", Cecília Meireles
Assinar:
Postagens (Atom)



