5 horas atrás
Sem retrovisor
Pro coração descansar e a dor passar, é preciso voltar a amar
As lembranças da gente falam tantas coisas e por alguns minutos me faz chorar
Eu viajo no tempo, nos absurdos do amor
Sinto que foi uma coleção de dor
Fui amante mesmo tão distante, perto ou longe quis tentar
E no teu aconchego passar a noite, descansar
E no pensamento quis dizer não vá
Levada por um beija-flor que tanto voou
Fui cigano e desvairei a correr nas estradas da tua mão
E tudo que vi, miragem
E das marcas que ficaram, meu amor
Tô indo sem retrovisor
Buscar um novo amor
Tô indo sem retrovisor

A bela letra acima intitulada "Sem retrovisor" é composição de um talentoso músico daqui chamado Wagner Thomé, com os arranjos de Henrique Solaira.
Clique no player abaixo para ouvi-la...
As lembranças da gente falam tantas coisas e por alguns minutos me faz chorar
Eu viajo no tempo, nos absurdos do amor
Sinto que foi uma coleção de dor
Fui amante mesmo tão distante, perto ou longe quis tentar
E no teu aconchego passar a noite, descansar
E no pensamento quis dizer não vá
Levada por um beija-flor que tanto voou
Fui cigano e desvairei a correr nas estradas da tua mão
E tudo que vi, miragem
E das marcas que ficaram, meu amor
Tô indo sem retrovisor
Buscar um novo amor
Tô indo sem retrovisor

A bela letra acima intitulada "Sem retrovisor" é composição de um talentoso músico daqui chamado Wagner Thomé, com os arranjos de Henrique Solaira.
Clique no player abaixo para ouvi-la...
Carpe diem quam minimum credula postero
"Carpe diem quam minimum credula postero
Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibi
finem di dederint, Leuconoe, nec Babylonios
temptaris numeros. ut melius, quidquid erit, pati.
seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam,
quae nunc oppositis debilitat pumicibus mare
Tyrrhenum: sapias, vina liques et spatio brevi
spem longam reseces. dum loquimur, fugerit invida
aetas: carpe diem quam minimum credula postero".
"Colhe o dia, confia o mínimo no amanhã.
Não perguntes, saber é proibido, o fim que os deuses darão a mim ou a você, Leuconoe, com os adivinhos da Babilônia não brinque. É melhor apenas lidar com o que se cruza no seu caminho. Se muitos invernos Júpiter te dará ou se este é o último, que agora bate nas rochas da praia com as ondas do mar Tirreno: seja sábio, beba o seu vinho e para o curto prazo reescale as suas esperanças. Mesmo enquanto falamos, o tempo ciumento está fugindo de nós: colhe o dia, confia o mínimo no amanhã".
"Odes" (I, 11.8) do poeta romano Horácio (65 - 8 AC)

"Mas se você escutar bem de perto, você pode ouvi-los sussurar o seu legado. Vá em frente, abaixe-se. Escute, está ouvindo? - Carpe - ouve? - Carpe, carpe diem, colham o dia garotos, tornem extraordinárias as suas vidas". (do filme "Sociedade dos Poetas Mortos")
Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibi
finem di dederint, Leuconoe, nec Babylonios
temptaris numeros. ut melius, quidquid erit, pati.
seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam,
quae nunc oppositis debilitat pumicibus mare
Tyrrhenum: sapias, vina liques et spatio brevi
spem longam reseces. dum loquimur, fugerit invida
aetas: carpe diem quam minimum credula postero".
"Colhe o dia, confia o mínimo no amanhã.
Não perguntes, saber é proibido, o fim que os deuses darão a mim ou a você, Leuconoe, com os adivinhos da Babilônia não brinque. É melhor apenas lidar com o que se cruza no seu caminho. Se muitos invernos Júpiter te dará ou se este é o último, que agora bate nas rochas da praia com as ondas do mar Tirreno: seja sábio, beba o seu vinho e para o curto prazo reescale as suas esperanças. Mesmo enquanto falamos, o tempo ciumento está fugindo de nós: colhe o dia, confia o mínimo no amanhã".
"Odes" (I, 11.8) do poeta romano Horácio (65 - 8 AC)

"Mas se você escutar bem de perto, você pode ouvi-los sussurar o seu legado. Vá em frente, abaixe-se. Escute, está ouvindo? - Carpe - ouve? - Carpe, carpe diem, colham o dia garotos, tornem extraordinárias as suas vidas". (do filme "Sociedade dos Poetas Mortos")
O que me interessa...
[...]
Às vezes é um instante...
A tarde faz silêncio...
O vento sopra a meu favor...
Às vezes eu pressinto e é como uma saudade
de um tempo que ainda não passou.
Por trás do seu sossego, atraso o meu relógio...
Acalmo a minha pressa...
Me dá sua palavra...
Sussurre em meu ouvido
só o que me interessa!
[...]
(Lenine/ Dudu Falcão)
Clique no player abaixo e ouça a música inteira!
Oito ou oitenta
Enamorar-se...
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Ainda bem que você vive comigo
Porque, se não como seria esta vida?
Sei lá, sei lá
Nos dias frios em que nós estamos juntos
Nos abraçamos sob o nosso conforto de amar, de amar
Se há dores tudo fica mais fácil
Seu rosto silencia e faz parar
As flores que manda são fato do nosso cuidado e entrega
Meus beijos sem os seus não daria
Os dias chegariam sem paixão
Meu corpo sem o seu, uma parte
Seria o acaso e não sorte
Neste mundo de tantos anos entre tantos outros
Que sorte a nossa, hein?
Entre tantas paixões
Esse encontro
Nós dois, este amor
("Ainda bem" - Liminha/ Vanessa da Mata)
Rosa que povoa o coração

Ultimamente ando acalmando meus ânimos e indo de encontro com minha fé ao som de uma banda cujas letras são emocionantes.
Estou falando da banda católica Rosa de Saron.
Surgida em 1988, dentro do movimento de Renovação Carismática da Igreja Católica, a banda lançou no início do ano o CD e DVD Rosa de Saron Acústico e Ao Vivo, gravado no auditório da TV Século XXI, em Abril de 2008, no interior de São Paulo.
Apesar dos 20 anos de estrada só agora a banda ganhou grande repercussão na mídia embalada pelo hit “Sem você”, que alcançou as paradas de sucessos do país.
Repleto de belas canções e arranjos primorosos com a excelente Orquestra Sinfônica de Campinas, o álbum conta com participações de diversos nomes da cena cristã, inclusive um inusitado dueto do vocalista de voz potente e impecável interpretação, Guilherme de Sá com o ator Rafael Almeida (fã confesso da banda).
Devo admitir que estou fascinado pela banda e as mensagens que suas músicas trazem, em sua maioria composta pelo guitarrista Eduardo Faro. Mensagens essas que como o baixista Rogério Feltrin diz, “são recheadas de fé, amor e esperança”.
E ele também explica o belo e instigante título do grupo: “Rosa de Saron é uma belissima figura de linguagem. O termo é tirado do livro de Cântico dos Cânticos, do Antigo Testamento.
Saron é uma região desértica da Palestina, logo uma flor que nasce no deserto simboliza a vida que vence a morte, a esperança e a força que superam as adversidades.
Escolhemos esse nome porque essa sempre foi exatamente a proposta da banda: ser sinal de vida e esperança em situações onde elas se perderam.”
Proposta essa que tem alcançado o seu objetivo, atingir os corações com fé!
Deixo-os com o vídeo e letra da minha música predileta: “Chance”. Perfeita!!!
Ouçam Rosa de Saron independente da sua crença, pois o nosso Deus é único, e tenham fé! SEMPRE!!!
Bom final de semana e que Deus abençoe a todos...
---------------------
Rosa de Saron inspirou minha última poesia publicada "Em busca". Acesse e confira!!!
www.medioparaiba.com.br/inspiracoes
Estou falando da banda católica Rosa de Saron.
Surgida em 1988, dentro do movimento de Renovação Carismática da Igreja Católica, a banda lançou no início do ano o CD e DVD Rosa de Saron Acústico e Ao Vivo, gravado no auditório da TV Século XXI, em Abril de 2008, no interior de São Paulo.
Apesar dos 20 anos de estrada só agora a banda ganhou grande repercussão na mídia embalada pelo hit “Sem você”, que alcançou as paradas de sucessos do país.
Repleto de belas canções e arranjos primorosos com a excelente Orquestra Sinfônica de Campinas, o álbum conta com participações de diversos nomes da cena cristã, inclusive um inusitado dueto do vocalista de voz potente e impecável interpretação, Guilherme de Sá com o ator Rafael Almeida (fã confesso da banda).
Devo admitir que estou fascinado pela banda e as mensagens que suas músicas trazem, em sua maioria composta pelo guitarrista Eduardo Faro. Mensagens essas que como o baixista Rogério Feltrin diz, “são recheadas de fé, amor e esperança”.
E ele também explica o belo e instigante título do grupo: “Rosa de Saron é uma belissima figura de linguagem. O termo é tirado do livro de Cântico dos Cânticos, do Antigo Testamento.
Saron é uma região desértica da Palestina, logo uma flor que nasce no deserto simboliza a vida que vence a morte, a esperança e a força que superam as adversidades.
Escolhemos esse nome porque essa sempre foi exatamente a proposta da banda: ser sinal de vida e esperança em situações onde elas se perderam.”
Proposta essa que tem alcançado o seu objetivo, atingir os corações com fé!
Deixo-os com o vídeo e letra da minha música predileta: “Chance”. Perfeita!!!
E o medo se vai
Eu busco no horizonte
Os sonhos que deixei pra trás
Por não saber viver.
E hoje falo de amor,
Pois ontem eu te digo amigo
Que vivi na dor sem hesitar.
Os dias correm, somem
E como o tempo não vão voltar,
Só há uma chance pra viver.
Não perca a força, e o sonho,
Não deixe nunca de acreditar
Que tudo vai acontecer.
Levante as mãos e vai sentir,
O Homem da Cruz a te remir
Olhe pro céu e tente ver,
Há um Deus a espera de você.
Eu busco no horizonte
Os sonhos que deixei pra trás
Por não saber viver.
E hoje falo de amor,
Pois ontem eu te digo amigo
Que vivi na dor sem hesitar.
Os dias correm, somem
E como o tempo não vão voltar,
Só há uma chance pra viver.
Não perca a força, e o sonho,
Não deixe nunca de acreditar
Que tudo vai acontecer.
Levante as mãos e vai sentir,
O Homem da Cruz a te remir
Olhe pro céu e tente ver,
Há um Deus a espera de você.
Ouçam Rosa de Saron independente da sua crença, pois o nosso Deus é único, e tenham fé! SEMPRE!!!
Bom final de semana e que Deus abençoe a todos...
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Rosa de Saron inspirou minha última poesia publicada "Em busca". Acesse e confira!!!
www.medioparaiba.com.br/inspiracoes






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