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sexta-feira, 11 de abril de 2008

8

Ana! Desafio cumprido! De uma forma diferente. Mas o "dever de casa" foi feito... rs...
Agradecido pela lembrança, sabes que a "apreciação" é recíproca, né?
Beijos querida!


Deixarei à vontade para quem quiser participar desta prazerosa incumbência. Bom final de semana a todos!


Ah! E só pra não perder o costume (rs), hoje estou lá na minha coluna também, com o texto "Noites em claro". Confiram!!!







A Ana me lançou um desafio
Uma lista com 8 coisas a se fazer
Logo terá que acontecer
Pois é para antes de eu morrer

Primeiro de tudo quero ser feliz
E profissionalmente me realizar
Ganhar o suficiente para viver
E diplomas dos sobrinhos comemorar

Conhecer New York e Lisboa

Sonho a se tornar verdade
Voar de asa delta também
E viajar o nosso país à vontade

Ana, 8 é muito pouco
Para tanto querer e fazer
Vou lá adiantar o caminho
Pois o tempo pode perecer

domingo, 8 de julho de 2007

As maravilhas do número 7!

Sim, é bem verdade que a semana não foi fácil, mas ontem tive surpresas que muito me agradaram e devo admitir valeram o meu final de semana!!!

Antes, só para esclarecer, tais agradáveis notícias foram recebidas no sábado, dia 7 do mês 7 no ano de 2007. Sim, eu sei... Estou atrasado! Afinal de contas hoje já é dia 8, e mesmo sendo avesso a previsões, conspirações estelares e blá-blá-blá, muito me instigou essa data: 7.7.07. Então resolvi que, "despretensiosamente" este assunto merecia um post.
7 e 7 são 14, com mais 7 21... 7 são os dias da semana... Afinal meu Deus, é muito 7 pra minha cabeça!!!

Tentarei ser sucinto! risos...

Ontem meu tão aguardado e amado sobrinho-afilhado João Victor veio ao mundo para a alegria da família! Alguém, por favor, me empreste um babador? Estou a babar por este rebento... Ah! Uma curiosidade: minha irmã foi internada para fazer a cesárea às 7 da noite!

A outra "boa nova" é que, também ontem, o nosso Cristo Redentor, da nossa "cidade maravilhosa" Rio de Janeiro deste "Brasil varonil" recebeu o 3º lugar no pódio das 7 Novas Maravilhas do Mundo! Confesso que isto deixou-me orgulhoso e no momento em que o Felipão subiu ao palco, em Lisboa, para receber tal honraria, deu-me vontade de soltar fogos!!!








Há muitos aspectos na vida do homem regidos pelo número sete:


Sete é a unidade universal na interpretação grega dos números.


Os esotéricos denominam o número sete como o número do destino.


Na cultura judaica o número sete é que domina o ciclo de cada ano: Cada sétimo dia marca o Sabath; o sétimo mês é sagrado; o sétimo ano é um ano sabático.


O ano do jubileu era determinado pelo número sete multiplicado por sete.


Os hindus descobriram sete chacras e os metafísicos dizem que há sete níveis de consciência.


E ainda podemos mencionar que setes são os pecados capitais, sete pragas do Egito, serpente de sete cabeças e que Dante descreveu sete infernos.


Sete dias levou Deus para criar o mundo e setes são os dias da semana.


São sete os mares do planeta, sete as cores do arco íris, sete as notas musicais e sete as maravilhas do mundo. Sem contar que sete vidas têm um gato, que estão também nas botas de sete léguas e até a Branca de Neve está acompanhada de sete anões.

.

Que o 7 seja tão mágico em nossas vidas como o número pressagia!

.

(Texto modificado e adaptado por mim, autor desconhecido)

quinta-feira, 31 de maio de 2007




Dois e Dois são Quatro



Como dois e dois são quatro
sei que a vida vale a pena
embora o pão seja caro
e a liberdade pequena
.......
Como teus olhos são claros
e a tua pele, morena
.......
como é azul o oceano
e a lagoa, serena
.......
como um tempo de alegria
por trás do terror me acena
.......
e a noite carrega o dia
no seu colo de açucena
.......
- sei que dois e dois são quatro
sei que a vida vale a pena
.......
mesmo que o pão seja caro
e a liberdade pequena.



Ferreira Gullar

segunda-feira, 28 de maio de 2007



Dois...

Apenas dois.

Dois seres...

Dois objetos patéticos.

Cursos paralelos

Frente a frente...

...Sempre... .

..A se olharem...

Pensar talvez:

“Paralelos que se encontram no infinito...”

No entanto sós por enquanto.

Eternamente dois apenas.



Pablo Neruda