domingo, 31 de maio de 2015
HÁ CASOS!
Pra você que andava com saudades dos meus escritos, agora transbordo em outra fonte.
Venha beber de nova água e experimentar outros sabores que me inspiram desde o início de 2015.
Trata-se da "HÁ CASOS!".
Minha coluna de crônicas semanais.
Lá irá me encontrar toda semana, dissertando acerca de um novo assunto, acasos do dia a dia onde HÁ CASOS!
Acesse a minha coluna, deixe suas impressões nos Comentários e, por gentileza, contribua com a divulgação do meu trabalho clicando em 'Recomendar' (abaixo do subtítulo da crônica, à direita) seja no ícone do Twitter, do Google+ ou do Facebook, como preferir.
Abraços meus e te espero lá.
http://www.olhovivoca.com.br/colunistas/marco-tulio-carvalho/
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Adendo - Apócrifo
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Apócrifo - Arnaldo Jabor
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais. Ama-se pelocheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento
Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores
Isso tem nome. Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga,
Por que você ama este cara? Não pergunte pra mim! Você é
É
Amar não requer conhecimento prévio
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas,
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Carnavalizar

É o início de uma grande festa!
A quadra ainda está vazia, mas meu peito cheio de alegria...
Pose pra foto! Temos que registrar esse momento.
Aos poucos, timidamente o público entra e aguarda ansiosamente.
Depois de 2 horas o espetáculo começa. O coração agora bate juntinho ao som da "Bateria da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira".
Volto a pisar na quadra dessa escola que conquistou meu coração há dois anos.
Lá todos somos iguais, unidos por uma só vibração. E como diria os Tribalistas:
“Na Portela tem, Mocidade, Imperatriz
Em meia hora já não há mais espaço pra ninguém e expremidos todos estão juntos: a loira, a mulata, o branco, o negro, o rico, o pobre, o gringo...
E por falar em gringo, ele se impressiona com o rebolado da minha amiga morena. A companheira dele tenta acompanhar o ritmo, e meio desengonçada, ensaia alguns passos.
Impossível ficar inerte a tanta alegria a nossa volta!
E nessas horas as máscaras caem e por vezes são postas... A libido se aflora e os pudores desaparecem!
Infelizmente a alegria tem hora pra acabar e a realidade bate a nossa porta lembrando que essa festa dura pouco, então enquanto as cinzas não caem...
“Vamos pra avenida, desfilar a vida, carnavalizar” (Carnavália – Tribalistas)
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Apócrifo - Mario Quintana
Em maio de 98, escrevi um texto em que afirmava que achava bonito o ritual do casamento na igreja,com seus vestidos brancos e tapetes vermelhos, mas que a única coisa que me desagradava era o sermão do padre:
"Promete ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando-lhe e respeitando-lhe até que a morte os separe?"
Acho simplista e um pouco fora da realidade. Dou aqui novas sugestões de sermões:
Promete não deixar a paixão fazer de você uma pessoa controladora, e sim respeitar a individualidade do seu amado, lembrando sempre que ele não pertence a você e que está ao seu lado por livre e espontânea vontade?
Promete saber ser amiga e ser amante, sabendo exatamente quando devem entrar em cena uma e outra, sem que isso lhe transforme numa pessoa de dupla identidade ou numa pessoa menos romântica?
Promete fazer da passagem dos anos uma via de amadurecimento e não uma via de cobranças por sonhos idealizados que não chegaram a se concretizar?
Promete sentir prazer de estar com a pessoa que você escolheu e ser feliz ao lado dela pelo simples fato de ela ser a pessoa que melhor conhece você e portanto a mais bem preparada para lhe ajudar, assim como você a ela?
Promete se deixar conhecer?
Promete que seguirá sendo uma pessoa gentil, carinhosa e educada, que não usará a rotina como desculpa para sua falta de humor?
Promete que fará sexo sem pudores, que fará filhos por amor e por vontade, e não porque é o que esperam de você, e que os educará para serem independentes e bem informados sobre a realidade que os aguarda?
Promete que não falará mal da pessoa com quem casou só para arrancar risadas dos outros?
Promete que a palavra liberdade seguirá tendo a mesma importância que sempre teve na sua vida, que você saberá responsabilizar-se por si mesmo sem ficar escravizado pelo outro e que saberá lidar com sua própria solidão, que casamento algum elimina?
Promete que será tão você mesmo quanto era minutos antes de entrar na igreja?
Sendo assim, declaro-os muito mais que marido e mulher: declara-os maduros.
