
Sábado, 26 de janeiro de 2008, 22h...
É o início de uma grande festa!
A quadra ainda está vazia, mas meu peito cheio de alegria...
Pose pra foto! Temos que registrar esse momento.
Aos poucos, timidamente o público entra e aguarda ansiosamente.
Depois de 2 horas o espetáculo começa. O coração agora bate juntinho ao som da "Bateria da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira".
Volto a pisar na quadra dessa escola que conquistou meu coração há dois anos.
Lá todos somos iguais, unidos por uma só vibração. E como diria os Tribalistas:
“Na Portela tem, Mocidade, Imperatriz
É o início de uma grande festa!
A quadra ainda está vazia, mas meu peito cheio de alegria...
Pose pra foto! Temos que registrar esse momento.
Aos poucos, timidamente o público entra e aguarda ansiosamente.
Depois de 2 horas o espetáculo começa. O coração agora bate juntinho ao som da "Bateria da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira".
Volto a pisar na quadra dessa escola que conquistou meu coração há dois anos.
Lá todos somos iguais, unidos por uma só vibração. E como diria os Tribalistas:
“Na Portela tem, Mocidade, Imperatriz
No Império tem, uma Vila tão feliz
Beija Flor, meu bem, a porta-bandeira
Na Mangueira tem morena da Tradição”
Impressionante como essa festa contagia a todos...
Em meia hora já não há mais espaço pra ninguém e expremidos todos estão juntos: a loira, a mulata, o branco, o negro, o rico, o pobre, o gringo...
E por falar em gringo, ele se impressiona com o rebolado da minha amiga morena. A companheira dele tenta acompanhar o ritmo, e meio desengonçada, ensaia alguns passos.
Impossível ficar inerte a tanta alegria a nossa volta!
E nessas horas as máscaras caem e por vezes são postas... A libido se aflora e os pudores desaparecem!
Infelizmente a alegria tem hora pra acabar e a realidade bate a nossa porta lembrando que essa festa dura pouco, então enquanto as cinzas não caem...
“Vamos pra avenida, desfilar a vida, carnavalizar” (Carnavália – Tribalistas)
Em meia hora já não há mais espaço pra ninguém e expremidos todos estão juntos: a loira, a mulata, o branco, o negro, o rico, o pobre, o gringo...
E por falar em gringo, ele se impressiona com o rebolado da minha amiga morena. A companheira dele tenta acompanhar o ritmo, e meio desengonçada, ensaia alguns passos.
Impossível ficar inerte a tanta alegria a nossa volta!
E nessas horas as máscaras caem e por vezes são postas... A libido se aflora e os pudores desaparecem!
Infelizmente a alegria tem hora pra acabar e a realidade bate a nossa porta lembrando que essa festa dura pouco, então enquanto as cinzas não caem...
“Vamos pra avenida, desfilar a vida, carnavalizar” (Carnavália – Tribalistas)